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  06/02/2020



Impactos do governo Bolsonaro e relação com a CSP-Conlutas são destaques dos primeiros debates no 39° Congresso do ANDES-SN



 

Os primeiros dias da 39º edição do Congresso do ANDES-SN – que ocorre de 4 a 8 de fevereiro deste ano, em São Paulo – foram marcados pela discussão de dois grandes temas: os impactos do governo Bolsonaro à Educação Pública e a relação do Sindicato Nacional com a Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), a qual é filiada desde 2010.


"Analisando a conjuntura, é possível notar que nunca a educação foi tão atacada, o governo trata a educação como algo nocivo e elege os professores e as universidades como inimigos da nação, queremos desenvolver políticas de união, pois é importante que estejamos aliados com a sociedade, com os movimentos sociais", destacou o delegado da ADUA no 39° Congresso e professor do Instituto de Ciências Sociais Educação e Zootecnia (ICSEZ) da Ufam/Parintins, Lucas Milhomens.


O também delegado da ADUA no encontro, professor Marcelo Seráfico, explicou que há consenso na categoria sobre quão deletério o atual governo tem sido para a Educação Pública e a Ciência. “Estamos diante de um governo que coloca em risco um conjunto de conquistas da sociedade ao longo de muitos anos e muita luta e que vem sendo liquidadas e outras gravemente ameaçadas é importante que o Sindicato formule propostas, juntamente com outros setores das classes trabalhadoras, para fazer frente a essas ameaças e retrocessos”, comenta. 


CSP-Conlutas


Seráfico destaca que, para além da organização dos docentes para fazer o enfrentamento a esses ataques, o debate envolve a própria inserção no movimento sindical brasileiro. “Há setores dentro do sindicato que julgam que é oportuna a desfiliação da CSP, que nós ajudamos a criar e da qual participamos, outros setores – e a diretoria do ANDES-SN está entre estes – se opõem a essa desfiliação, esse é um grande tema de natureza organizativa que envolve duas concepções diferentes do lugar sindical do ANDES-SN no contexto do sindicalismo brasileiro”, afirmou Seráfico.


Delegação


Além de Lucas Milhomens e Marcelo Seráfico, compõem a delegação da ADUA, como delegados e delegadas, os professores Marcelo Vallina, Jacob Paiva, Douglas de Paula (IEAA) e pelas professoras Milena Barroso (ICSEZ), Márcia Reis Pena (ICET) e Ana Lúcia Gomes. Além destes, também participam do congresso, como observadores e observadoras, as professoras Rosária do Carmo, Karime Bentes, Priscila Mendes, Gilvânia Braule (INC) e Valmiene Florindo (ICSEZ)  e o professor Max Pinheiro (INC). Os nomes foram escolhidos por votação em assembleias da categoria realizadas nos campi da Ufam. 


Com o tema central “Por liberdades democráticas, autonomia universitária e em defesa da educação pública e gratuita”, o 39º Congresso do ANDES-SN ocorre até sábado (8). O encontro é a principal instância deliberativa dos docentes de universidades públicas do país e busca (re) organizar as lutas que o sindicato irá promover anualmente em prol não apenas da categoria e do setor, mas de toda a classe trabalhadora brasileira.


Fonte: ADUA-SSind

 

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