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  24/01/2020



Estudo aponta que cotas em universidades são eficientes



 

 

 

Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos (EUA), analisaram dados das Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras para entender o efeito das políticas de ações afirmativas, como o sistema de cotas, nas matrículas de grupos ditos minoritários. O resultado final, publicado na revista “Economics of Education”, aponta que essas políticas funcionam.

 


Políticas de ações afirmativas aumentaram a inscrição de estudantes negros e pobres em universidades brasileiras. A Lei Nacional de Cotas existe desde 2012, mas muitas universidades implementam esta ação desde 2000. Conforme o estudo realizado entre 2004 e 2012, houve um aumento nas universidades de 9,8% no número de estudantes negros e pardos, de 10,7% de estudantes de escolas públicas e de 14,9% de estudantes de nível socioeconômico mais baixo.

 

 

"Mostramos que as cotas atingem seus objetivos. Elas aumentaram a matrícula de alunos dos grupos que deveriam. Havia mais estudantes de origens pobres e de escolas públicas, negros e estudantes sub-representados", afirmaram os pesquisadores Arends-Kuenning e Renato Schwambach Vieira.

 

 

O diretor da Educafro, Frei David, comenta que as cotas foram uma revolução silenciosa. “A política de cotas foi a grande revolução silenciosa implementada no Brasil e que beneficia toda a sociedade. Em 17 anos, quadruplicou o ingresso de negros na universidade, país nenhum no mundo fez isso com o povo negro. Esse processo sinaliza que há mudanças reais para a comunidade negra”, declarou.

 

 

Fonte: ANDES-SN & Agência Brasil com edição da ADUA-SSind

Foto: Beatriz Mota



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