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  05/11/2019



Paulo Guedes prepara pacote pós-reforma e critica servidor público



Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o ministro da economia, Paulo Guedes, detalhou o conjunto de propostas que enviará ao Congresso nesta semana, e foi crítico com o servidor público brasileiro e os desfavorecidos economicamente. Para o ministro, o governo precisa ser mais liberal e implementar uma política econômica questionável, uma vez que o Chile, que para Paulo Guedes é um modelo a ser seguido, vive um momento de manifestações que paralisam o país.

 

Guedes afirma que o servidor público brasileiro maltrata a população, e comparou o Brasil como uma baleia ferida. “o Presidente Bolsonaro nunca hesitou em me apoiar, porque eu fui franco. O Brasil é uma baleia ferida. Aí, eu vejo esses falsos antagonistas dizendo que estamos esquecendo a população, e pensando somente na economia, não olhando o social. Você acha que o que eu estou fazendo na economia vai ferrar com o social? É o contrário. Vamos salvar o social”, afirmou.  

 

Paulo afirmou que os pobres não sabem guardar dinheiro, já os ricos são “especialistas” em capitalização. “Um menino, desde cedo, sabe que ele é um ser de responsabilidade quando tem de poupar. Os ricos capitalizam seus recursos. Os pobres consomem tudo”, declarou.

 

Dentre as medidas que o ministro explicou, está a criação de um marco institucional por meio de um conselho fiscal, redistribuição dos recursos do pré-sal, “gatilhos” para permitir o equilíbrio de despesas de estados, municípios e União, reforma tributária que será implantada por fases, aceleração das privatizações, incluindo as universidades públicas, a quem o governo tanto ataca, reforma tributária e desvinculação do orçamento público, com a proposta de soma do gasto obrigatório com saúde e educação.

 

Para esta semana está previsto o envio de três Propostas de Emenda à Constituição (PEC´s) para o Senado: a PEC Mais Brasil (pacto federativo); a PEC da emergência fiscal, que institui gatilhos para conter gastos públicos em caso de crise financeira na União, estados e municípios; e a PEC dos fundos, que revê os 281 fundos públicos. Para a Câmara seguem Para a Câmara, seguem a PEC da reforma administrativa, que remodela o serviço público de todos os entes, e um Projeto de Lei (PL) que traz um novo modelo de privatizações.

 

A respeito da reforma tributária idealizada por Paulo Guedes, o ministro explicou novos impostos. “Vamos lançar agora o IVA dual. Unir PIS, Cofins, IPI e esperar o acoplamento dos estados e municípios. Examinávamos o imposto sobre transações , que permitiria que as outras alíquotas fossem mais baixas. Mas, quando todo o mundo rejeitou, foi preciso recalibrar os outros impostos para cima. Inclusive a desoneração da folha, que eram favas contadas, está sendo aplicada limitadamente para jovens”, argumentou.

 

Fonte: Folha de São Paulo com edição da ADUA-SSind

 



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