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Manutenção da pós-graduação será estudada pelo CLG



A continuação das atividades de pós-graduação foi um dos questionamentos levantados na reunião setorial da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), realizada na manhã desta segunda-feira (28). O Comando Local de Greve (CLG) decidiu discutir esse tema com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) e com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), responsável pelo financiamento de bolsas. Em torno de 60 pessoas, entre professores e alunos, estiveram presentes na reunião realizada na manhã desta segunda-feira (28).
O principal ponto debatido sobre esse tema foi a prestação de contas com órgãos de fomento como Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). “A paralisação já é geral, mas casos específicos, como esse, serão avaliados, vamos levar essa discussão para o Andes com a intenção de orientar os professores responsáveis pelos cursos de pós-graduação e discutir com o Capes como poderão ser vistos os atrasos do cronograma dos cursos e a prestação de contas”, explicou o professor Antônio Neto, um dos integrantes do CLG e presidente da Associação dos Professores da Ufam (Adua).
A questão da manutenção das atividades da pós-graduação foi levantada pela professora da FCA, Sandra Noda, que leciona há 20 anos na Ufam. Sobre a continuidade dos cursos de pós-graduação durante a greve, a integrante da Equipe de Ética e Essencialidades do CLG, Ana Cristina Oliveira, ressaltou que o preceito básico é que todas as atividades devem ser paralisadas. “Não pode ser dada continuidade a atividades que desmobilizem o movimento, só não se pode causar prejuízo aos professores e à instituição”, disse.
Entre outros temas foi apresentada a “Proposta de Projeto de Lei de Carreira Docentes, aprovada no 30º Congresso do Andes”, que prevê uma carreira única sem a utilização de títulos como “auxiliar”, “adjunto” ou “assistente”.  Outra sugestão dessa proposta é o aumento do piso salarial para professores em ingresso na carreira do magistério federal de R$ 557,51 – para contrato de 20 horas semanais – para R$ 2.398,82, tomando como base cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Fonte: Adua



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