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Mesa redonda sobre o “intérprete do Brasil” é nesta sexta (26) na ADUA



Data: 25/05/2017

“Temos que entender que o tempo não é dinheiro. Essa é uma brutalidade que o capitalismo faz, como se o capitalismo fosse o senhor do tempo. Tempo é o tecido da nossa vida”. A frase é do crítico literário, pensador social e professor Antonio Candido e cai como uma luva em tempos tão difíceis como o vivenciado pela população brasileira na atual conjuntura.

O mestre que ajudou a repensar o país é o foco da “Mesa Redonda – Antonio Candido (1918-2017): Intérprete do Brasil”, que ocorre nesta sexta (26), às 15h, no auditório da ADUA. O evento, promovido pelo Movimento Educar para a Cidadania, é aberto aos três segmentos da comunidade acadêmica da Ufam.

Para contribuir com o debate sobre o docente que revolucionou a maneira de analisar a cultura brasileira foram convidados os professores Gabriel Albuquerque (Letras), José Alcimar (Filosofia) e Marcelo Seráfico (Sociologia).

Pensador

Crítico literário e crítico político, Antonio Candido de Mello e Souza nasceu no dia 24 de julho de 1918, no Rio de Janeiro. Estudioso das literaturas brasileira e estrangeira, é autor de uma obra crítica extensa e densa, bastante lembrada nas universidades brasileiras. Foi docente da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, além de professor-emérito da USP e da UNESP, e doutor honoris causa da Unicamp e da Universidade da República do Uruguai. Faleceu no dia 12 de maio de 2017, em São Paulo.

Fonte: ADUA



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