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Conad: Discussão sobre comunicação foi adiada para 2011



O 55º Conad deliberou que a nova diretoria promova o processo para construção de uma política de comunicação para o Andes-SN, que será apresentada ao Congresso de Uberlândia, em 2011. O tema é considerado fundamental para enfrentar os ataques contra o Sindicato e para ampliar a consolidação da entidade entre os docentes do ensino superior.

Gean Santana, da Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Feira de Santana, não ficou satisfeito com a resolução. Para ele, representa um desperdício, após vários eventos, o Sindicato ainda esperar cerca de seis meses com a finalidade de definir uma política nesta área.

Para o presidente da Adua, Tomzé Costa, a decisão causou frustração em boa parte dos delegados. "A questão devia ser melhor discutida, pois eram objetos de TR, e havia uma expectativa por ter ocorrido quatro seminários regionais e um nacional sobre o tema", disse.

Luis Allan, da Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná, afirmou que sua entidade participou dos encontros de comunicação e também criticou a postura de adiar uma decisão sobre o tema. De acordo com ele, em curto prazo, várias medidas propostas pelas seções sindicais ao Conad poderiam ser implementadas.

O professor Roberto Boaventura de Sá, da Universidade Federal do Mato Grosso, observou que algumas medidas urgentes deveriam ser adotadas pelo Sindicato, antes do próximo Congresso do Andes-SN, no ano que vem, para reaproximação com a categoria. Segundo ele, “é absolutamente insuficiente” para um sindicato do tamanho do Andes-SN funcionar com duas jornalistas, e apenas uma delas em período integral.

A presidente do Andes-SN, Marina Barbosa, reconheceu que o Sindicato não “deu conta da tarefa” da Comunicação: “Temos acordo com alguns elementos, inclusive (propostos pelas Seções Sindicais). Mas os encontros, em si, não definiram políticas estratégicas de Comunicação. E acho que este é o desafio que está posto. Nosso empenho estará voltado para isso. Mais que isso, nesse momento, não temos condições de fazer”, ressaltou, antes da votação que remeteu o assunto para Uberlândia, no início de 2011.

Fonte: Adufrj, com dados da Adua



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