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Sintesam realiza atos públicos na Ufam e na UEA nesta sexta-feira (31)



Data: 30/03/2017

A nova Coordenação Executiva do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Superior do Estado do Amazonas (Sintesam), empossada na semana passada, definiu a primeira atividade de mobilização da categoria contra as reformas do governo Temer: os técnicos em educação participam nesta sexta-feira (31) de atos públicos nas universidades públicas no Amazonas.

As panfletagens acontecerão, às 7h, no Bosque da Resistência, na entrada do Campus Universitário da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV) e na Escola Superior de Tecnologia (EST) da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). E, às 15h, a concentração é na Praça do Congresso, no Centro, em protesto às propostas de emendas constitucionais da terceirização do trabalho e reformas da Previdência e Ensino Médio.

Contra a Reforma da Previdência

A Reforma da Previdência prevê 49 anos de contribuição pelo trabalhador brasileiro, em uma realidade precária de trabalho, em que atualmente 12,3 milhões estão desempregados, a rotatividade é alta no mercado, e ainda há o preconceito com o trabalhador que tem acima de 50 anos. A proposta equipara a idade mínima em 65 anos para homens e mulheres, sem considerar a dupla e tripla jornada de trabalho feminina, as diferenças salariais entre os sexos e os postos de trabalho precários, ocupados em sua maioria por mulheres negras.

Contra Terceirização


A terceirização irrestrita do trabalho nas atividades meio e fim, prevista no PL 4302/98, e desenterrada pelo governo Temer, aprovada na Câmara dos Deputados, visa precarizar as condições de trabalho no país. Caso seja sancionado o projeto, milhões de trabalhadores brasileiros sofrerão o rebaixamento de salários e a perda de garantias trabalhistas, como férias, entre outros. Atualmente um trabalhador terceirizado trabalha 3 horas a mais que os empregados diretos; ficam em média 2,7 anos no emprego intermediado, enquanto os contratados permanecem em média 5,8 anos.

A Associação dos Magistrados do Trabalho (Anamatra) e a Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) repudiaram a aprovação da matéria.

* Com edição da ADUA

Fonte: Sintesam



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