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Proposta do governo não agrada e professores de MG definem indicativo de greve



Novo acordo, proposto pelo governador Fernando Pimentel, sugere abonos e chegaria ao piso salarial em 2017

O impasse entre os professores de Minas Gerais e o governo estadual continua. Uma nova proposta, assinada pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, fez parte da oitava reunião entre professores e governo de Minas Gerais, desde janeiro deste ano. Nesta segunda-feira (27), acontece mais um encontro entre sindicato e governo estadual, em que o sindicato espera a apresentação de um novo acordo.

“Nossa expectativa é que o governo avance e que nós possamos discutir uma nova proposta na próxima assembleia estadual”, afirma Beatriz Cerqueira, presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE/MG). A assembleia dos professores acontece na quarta-feira (29) e já tem indicativo de greve.

A nova proposta do Governo Fernando Pimental (PT) foi apresentada durante o 10º Congresso do SindUTE/MG, que ocorreu entre os dias 18 e 21 de abril. Cerca de 2.600 professores estaduais se reuniram para o evento, que aconteceu em Belo Horizonte e teve seu último dia em Ouro Preto.

Segundo o acordo do governo estadual, o piso de R$1.917,78 começaria a ser pago integralmente em 2017. Até lá, o governo propõe o pagamento de abonos. “A proposta tem dois problemas: a exclusão dos aposentados e a forma de abono, que desorganiza a carreira”, criticou Beatriz.

Imagem: Reprodução/SindUTE-MG

Fonte: Brasil de Fato MG



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