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Professores da Uesb têm direitos trabalhistas negados pelo governo baiano



Mais de 100 professores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia estão na fila para promoção na carreira. Outros direitos trabalhistas como progressão e mudança de regime de trabalho também estão sendo negados. A conclusão dos processos está condicionada a ampliação do quadro docente e a destinação de mais recursos.

A pauta de reivindicações dos docentes das universidades estaduais da Bahia foi protocolada em dezembro de 2014 e o governo, até o momento, não se manifestou. Em matéria divulgada, a Associação dos Docentes da Uesb (Adusb – Seção Sindical do ANDES-SN) ressalta que “a falta de vontade política para negociar implica no desrespeito ao estatuto do magistério, no descumprimento dos direitos e na precarização das condições de trabalho”.

De acordo com informações da seção sindical, existem pedidos de mudança de regime de trabalho parados na Secretaria de Administração desde novembro de 2013. Os problemas com a tramitação dos processos também ocorrem nas promoções. Além daquelas não realizadas devido à falta de vagas, docentes com vagas confirmadas pela Pró-Reitoria de Graduação têm seus direitos negados por conta da inexistência de previsão orçamentária. O mesmo problema de orçamento acontece com as progressões.

Paralisação e estado de greve

Os docentes das quatro universidades estaduais baianas – Sudoeste da Bahia, Santa Cruz, Feira de Santana e do Estado da Bahia - decretaram estado de greve, como forma de pressionar o governo a iniciar negociações e realizam paralisação no próximo dia 8 (quarta-feira), com ato público em Salvador.

No mesmo dia, será lançado o Comitê Estadual dos 10% do PIB para a Educação Pública, Já! e será feito o lançamento, na Bahia, da Cartilha com o resultado do I Encontro Nacional Educação (ENE).

Com informações da Adusb SSind
Ilustração: Aduneb SSind


Fonte: ANDES-SN



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