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Privatização do Hospital de Clínicas da UFPR é novamente barrada



A Justiça Federal concedeu uma liminar para a Associação dos Professores da Universidade Federal do Paraná (Apufpr-SSind) e para o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público (Sinditest), cancelando a reunião do Conselho Universitário (Coun) da UFPR que acontecia na tarde de segunda-feira (9) na sede estadual dos Correios. Mais cedo, a Polícia Militar entrou em confronto com manifestantes que realizavam um protesto em frente ao local. O ato foi contra a privatização do Hospital de Clínicas (HC) por meio da adesão à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Dois carros da tropa de choque e um ônibus da PM entraram no prédio pela entrada da Rua Conselheiro Laurindo por volta das 15h. De acordo com os manifestantes, a ação para dispersar o protesto foi truculenta. A suspeita do sindicato é de que o ônibus estaria escoltando os conselheiros que faltavam para que a reunião tivesse quórum. Após a chegada do ônibus, os manifestantes que estavam dispersos em todas as entradas dos Correios se reuniram na entrada principal, na Rua João Negrão. Cerca de 200 pessoas participam do ato.

Protesto


O ato, organizado por docentes, técnico-administrativos em educação e estudantes, começou no início da tarde e impedia o tráfego nas ruas paralelas ao prédio dos Correios. Para fechar as vias, manifestantes botaram fogo em pneus. A intenção era impedir a entrada dos integrantes do Coun, responsáveis pela análise da proposta de privatização do Hospital de Clínicas.

Maria Sueli Soares, 1ª vice-presidente da Regional Sul do ANDES-SN, afirmou que a comunidade acadêmica da UFPR segue firme na luta para barrar a privatização do HC. Segundo ela, mesmo com a reitoria marcando a reunião do Coun trinta minutos antes dela começar, as três categorias conseguiram se organizar para pressionar os conselheiros. “A próxima reunião do Coun deve ocorrer antes do dia 19, e dessa vez esperamos que, em nome da democracia, o reitor a marque com 48 horas de antecedência, como obriga a lei”, ressaltou Maria Sueli.

*Com informações de Apufpr-SSind.

Fonte: ANDES-SN



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