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  07/01/2021


Sob o governo Bolsonaro, Brasil tem mais 1,3 milhão de famílias na miséria e volta à marca de 14 milhões



As famílias em extrema pobreza no Brasil já superaram o número de 4 milhões e alcançou o maior número desde o final de 2014. Os dados são do Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais do governo federal, divulgados por reportagem do UOL.

 

Esse total de famílias equivale a cerca de 39,9 milhões de pessoas na miséria no Brasil, conforme o Ministério da Cidadania. São consideradas famílias de baixa renda aquelas que têm renda de até R$ 89 por pessoa (per capita).

 

Durante o governo Bolsonaro, mais 1,3 milhão de famílias passaram para a situação de extrema pobreza, conforme dados do CadÚnico. O total saltou de 12,7 milhões em dezembro de 2018 (último mês do governo de Michel Temer) para 14 milhões.

 

Pobreza

 

Além das famílias na miséria, havia em outubro outras 2,8 milhões de famílias em situação de pobreza, com renda per capita média de moradores entre R$ 90 e R$ 178.

 

Os dados do cadastro são atualizados constantemente pelos seus integrantes e refletem as mudanças na condição de vida no país. Ele serve para que o governo saiba a renda das famílias e pague um valor complementar para superação da extrema pobreza no valor de R$ 41 a R$ 205, caso a família esteja inscrita e aprovada no Bolsa Família.

 

O economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Daniel Duque, afirma que a proporção de brasileiros vivendo na pobreza subiu de 18,3% (agosto) para 22,4% (setembro), o equivalente a 47,395 milhões pessoas. Para 2021, o diretor da FGV Social, Marcelo Neri, prevê que mais 15 milhões vão cair na linha da pobreza, com o fim do auxílio emergencial.

 

“É urgente que as direções das centrais sindicais e dos movimentos em geral se mantenham em prontidão e intensifiquem um processo de lutas cumprindo o papel de transformar o desespero que se abaterá sobre os trabalhadores e os mais pobres em mobilizações. Não podemos permitir que para que 3,4% das elites enriqueçam mais quase 50 milhões de pessoas estejam na linha da pobreza”, afirmou o dirigente da Secretaria Executiva Nacional da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), Paulo Barela.

 

Foto: Alexandre Kozik/Reprodução

Fonte: UOL e CSP-Conlutas com edição da ADUA



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