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  15/07/2021


24J: Entidades organizam 4° Dia Nacional de Lutas pelo Fora Bolsonaro e Mourão



 

Movimentos sociais, sindicatos (entre eles ADUA e ANDES-SN), centrais sindicais, partidos políticos, frentes, fóruns, ativistas e a população brasileira em geral já se preparam para o 4° Dia Nacional de Lutas pelo Fora Bolsonaro e Mourão (24 de julho). As manifestações devem ocorrer em todas as regiões do país, inclusive no estado do Amazonas que terá programação divulgada em breve. 

 

Plenárias, reuniões e assembleias estão sendo realizadas para preparar os atos e mobilizar as bases de trabalhadores e trabalhadoras. Panfletagens e campanhas nas redes sociais também estão sendo usadas como estratégias para fortalecer a unidade dos setores e construir os protestos contra a gestão corrupta de Jair Bolsonaro que promove a destruição do país e o genocídio do povo.

 

Em uma expressão concreta do descontentamento com o governo, os atos pelo Fora Bolsonaro e Mourão têm levado às ruas milhares de manifestantes em diversas cidades do Brasil e de outros países. Para essas atividades presenciais são mantidas as recomendações de prevenção à covid-19 como uso de máscaras de proteção durante toda a manifestação, utilização de álcool em gel 70% e manutenção do distanciamento social.

 

 

Motivos para ir às ruas

 

Na terça-feira (13), as centrais sindicais divulgaram uma nota (ver abaixo na íntegra) reforçando a convocação, destacando que o Brasil vive um “momento difícil e trágico” com a condução desastrosa da pandemia que levou a morte de 530 mil pessoas e aumento recorde de desemprego (são quase 14,8 milhões de desempregados e desempregadas) e da fome (116,8 milhões em situação de insegurança alimentar). Sem renda, milhões de brasileiros e brasileiras estão em condição de extrema vulnerabilidade.

 

Outro motivo para ir às ruas neste 24 de julho são as graves denúncias de corrupção, feitas na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, no Senado, durante as negociações para a compra de vacinas contra a covid-19. Essas revelações aumentou a indignação do povo contra Bolsonaro. Em pesquisa do Instituto Datafolha, 70% dos entrevistados e entrevistadas acredita que o governo é corrupto.

 

A Campanha Nacional Fora Bolsonaro mantém também as bandeiras unitárias em defesa do auxílio emergencial de 600 reais, vacina já para todos e todas e contra o Desemprego e a carestia. Essas pautas amplas também foram defendidas nas primeiras manifestações nacionais realizadas nos dias 13 de julho, 19 de junho e 29 de maio.

 

“Na experiência concreta das manifestações nos encontramos com a força da luta dos movimentos negros, das mulheres, dos jovens, dos LGBTI+ e dos povos indígenas contra o racismo, o machismo, a violência e a exclusão. Gritamos por nossas vidas e contra a morte: ‘nem bala, nem fome, nem covid’. Também vimos a unidade de movimentos populares e sindicais na defesa da soberania nacional e dos serviços públicos, manifesto nas lutas contra as privatizações, o teto de gastos, a Reforma Administrativa (PEC 32) e o desemprego”, diz trecho da nota da campanha (ver abaixo completa) divulgada após reunião realizada na segunda-feira (12).

 

A Campanha Nacional Fora Bolsonaro, criada em junho de 2020, congrega a Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, as Centrais sindicais, partidos políticos de oposição (PT, PSB, PDT,  PSOL, PCdoB, PSTU, PCB, PCO e UP) e organizações e articulações da sociedade civil.

 

Confira a nota das centrais indicais na íntegra: 

 

24 de Julho: Orientações aos Sindicatos, Federações, Confederações

 

As Centrais Sindicais, protagonistas históricas da sociedade, representantes legítimas dos trabalhadores e trabalhadoras, convocam para os Atos Programados no Dia 24 de Julho (#24J) em todo o País, reforçando nossa luta por Auxílio de 600 reais, Vacina Já para todos, Contra o Desemprego e Carestia e Fora Bolsonaro!

 

O Brasil vive um momento difícil e trágico, com o descaso do governo na saúde, crise política, uma nefasta política econômica, com aumento recorde do desemprego e falta de renda, enquanto os preços dos alimentos, combustíveis, gás de cozinha e energia não param de subir, o que deixa a vida de nosso povo em numa condição de extrema vulnerabilidade.

 

É preciso dar uma Basta já a essa política autoritária e incompetente. O próximo dia 24 de julho (#24J) é, portanto, mais um grande momento de irmos às ruas para gritar em alto e bom som: Chega!

 

No marco da construção dessa luta, nós, as Centrais Sindicais brasileiras, subscrevemos o “superpedido de impeachment” e exigimos que o presidente do Congresso Nacional paute imediatamente esse processo em defesa da vida, dos direitos, da democracia e das liberdades do povo brasileiro.

 

Portanto, no Dia 24 de Julho (#24J), é importante fortalecer e intensificar a presença da classe trabalhadora organizada nas manifestações de ruas, nas assembleias, atos e passeatas.

 

Aproveitamos para registrar todo nosso repúdio a qualquer ameaça às liberdades democráticas de nosso povo, conquistadas com tanta luta e sob a morte, perseguição e tortura de tantas lideranças democráticas de nosso país.

 

Ditadura nunca mais! Todos às ruas no #24J! Fora Bolsonaro! Vacina para todos já Auxílio emergencial de 600 reais Emprego e direitos Não à Reforma Administrativa e às Privatizações.

 

Pedimos que levem coletes, faixas e bandeiras com as reivindicações e identificação da Central ou do seu Sindicato.

 

Sérgio Nobre, presidente da Central Única dos Trabalhadores – CUT

Miguel Eduardo Torres, presidente da Força Sindical – FS

Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores – UGT

Adilson Gonçalves de Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB

Antônio Neto, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros – CSB

José Reginaldo Inácio, presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST

Ubiraci Dantas Oliveira, presidente da CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil

Atnágoras Lopes, Secretaria Executiva Nacional da CSP – Conlutas

Edson Carneiro Índio, Intersindical – Central da Classe Trabalhadora Emanuel

Melato, Coordenação da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

José Gozze, presidente – Pública Central do Servidor

 

Confira a nota da Campanha Nacional Fora Bolsonaro completa: 

 

Com avaliação positiva das manifestações, Campanha Fora Bolsonaro reafirma a convocação de atos no 24 de julho

 

As manifestações por ‘Fora Bolsonaro’ realizadas em 29 de maio, 19 de junho e 3 de julho marcaram a retomada dos atos de massa no Brasil e uma nova etapa da Campanha Fora Bolsonaro, iniciada em 2020. São uma emergência necessária, mesmo em meio a pandemia, diante de um governo criminoso que ataca a democracia, a soberania, os direitos e promove a morte e a destruição do país.

 

A força e a capilaridade dos atos, realizados em mais de 400 cidades e que reuniram centenas de milhares de pessoas, mostram a sintonia do chamado às ruas da Campanha Fora Bolsonaro com o luto e a indignação crescente do povo brasileiro.

 

Assim como nas ruas, nas redes sociais a indignação contra o governo Bolsonaro é cada vez mais frequente. A comunicação vem sendo um local de luta importante e de denúncia dos casos de corrupção da vacina, do descaso com os mais de 523 mil mortos. Desde o 29 de maio, além de auxiliar na mobilização, é o espaço onde tem reverberado e ampliado o posicionamento político de artistas, personalidades e influenciadores.

 

Alicerçamos a luta das frentes, movimentos populares, centrais sindicais, partidos políticos, organizações da sociedade civil e coletivos militantes em torno de bandeiras unitárias. Lutamos pelo impeachment de Jair Bolsonaro e pelas necessidades mais urgentes da população como a vacinação para todas as pessoas e o auxílio emergencial de R$600 até o fim da pandemia para enfrentar a fome e alta nos preços. Expressamos essa unidade na palavra de ordem “vacina no braço e comida no prato”.

 

Na experiência concreta das manifestações nos encontramos com a força da luta dos movimentos negros, das mulheres, dos jovens, dos LGBTI+ e dos povos indígenas contra o racismo, o machismo, a violência e a exclusão. Gritamos por nossas vidas e contra a morte: “nem bala, nem  fome, nem covid”. Também vimos a unidade de movimentos populares e sindicais na defesa da soberania nacional e dos serviços públicos, manifesto nas lutas contra as privatizações, o teto de gastos, a Reforma Administrativa (PEC 32) e o desemprego.

 

Reafirmamos, mais uma vez, as bandeiras de unidade que sustentam nossa campanha e o objetivo de congregar todos aqueles que estão unidos pelo Fora Bolsonaro. Seguiremos pressionando o Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP/AL), para que cumpra seu dever e abra o processo de impeachment. Todos são bem-vindos nas manifestações. As diferenças políticas, ideológicas e programáticas entre os diversos atores desta ampla unidade de ação continuam existindo, mas não são obstáculo à nossa unidade nas ruas pelo objetivo imediato comum a todos: retirar o genocida da presidência da república.

 

Nossos atos são pacíficos. Repudiamos quaisquer provocações ou ações violentas que atentem contra a segurança dos manifestantes e das manifestantes ou deem margem à criminalização de nossa mobilização.

 

Renovamos, por fim, a convocatória a todo o povo brasileiro para estar conosco mais uma vez nas ruas por Fora Bolsonaro no dia 24 de julho em manifestações abertas, unitárias e seguras, respeitando as orientações sanitárias e toda nossa diversidade.

 

 

Fonte: com informações da CSP-Conlutas 

 

Fotos: Sue Cursino

 



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