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  01/07/2021


“Superpedido” de impeachment denuncia 23 crimes de Bolsonaro



Mais de 700 entidades da sociedade civil e 46 parlamentares de partidos políticos da direita, centro e esquerda assinaram um “superpedido” de impeachment de Jair Bolsonaro, protocolado na tarde desta quarta-feira (30), na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). O documento organizado pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) é o 125º pedido de impeachment registrado contra o presidente e reúne denúncias de 23 crimes de responsabilidade, especificados na Lei 1079/1950.

 

Com objetivo de pressionar o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), a abrir o processo contra o presidente da república, o “superpedido” apresenta entre as denúncias: blindagem ao escândalo de corrupção da compra da vacina Covaxin denunciado à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, em andamento no Senado; omissões e erros na gestão da pandemia, como críticas às medidas de prevenção (uso de máscaras, isolamento social e aquisição de vacinas produzidas na China).

 

Também compõem o documento as denúncias de negativas do governo Bolsonaro à compra da vacina da Pfizer; defesa de medicamentos sem comprovação científica contra a covid-19 como a hidroxicloroquina; ameaças ao Congresso Nacional, ao Superior Tribunal Federal (STF), apoio a realização de manifestações antidemocráticas e de interferir indevidamente no Exército e na Polícia Federal para a defesa de interesses pessoais e familiares. Leia o “superperdido de impeachment” na íntegra aqui.

 

A presidente do ANDES-SN, Rivânia Moura, participou da entrega do pedido de impeachment e em discurso reafirmou a necessidade da luta unificada em defesa das vidas perdidas e das famílias enlutadas. Rivânia cobrou a responsabilidade do presidente e de todos os envolvidos no agravamento da pandemia.

 

“Queremos dizer também para o Congresso Nacional, para o presidente da Câmara, Arthur Lira, e seus comparsas que quem compactua com a política genocida também tem suas mãos sujas de sangue. Também é responsável por todas as mortes cometidas em nosso país. Por isso, dia 3 voltaremos, ou melhor, não sairemos das ruas enquanto Bolsonaro não sair do poder”, afirmou.

 

Fontes: com informações do ANDES-SN, Mídia Ninja, Agência Brasil e Agência Pública.

 

Foto: Mídia Ninja/@rafaelhbarroso/@minorianacamara

 

 

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