
A liberdade sindical está sob ataque! Neste dia 27 de outubro, Dia de Luta do Sindicalismo Classista, as entidades sindicais ANDES-SN, Fasubra e Sinasefe realizam o painel “Em defesa do sindicalismo classista”. A atividade ocorre às 17h (horário de Manaus), no Auditório Marielle Franco, na sede do ANDES-SN, com transmissão ao vivo pelo canal do ANDES-SN no YouTube.
A realização deste diálogo integra a Jornada de Lutas das servidoras e dos servidores públicos da Educação Federal, promovida de 26 a 30 de outubro, em Brasília (DF). A programação inclui atividades em defesa do sindicalismo classista, a cobrança pelo cumprimento integral dos acordos firmados com o governo federal e mobilizações no Congresso Nacional.
Confira a programação da jornada:
26 de outubro (segunda-feira)
* 14h: Reunião da Comissão Nacional de Mobilização (CNM), no Auditório Marielle Franco (sede do ANDES-SN). Pauta: organização das atividades do Dia de Luta em Defesa do Sindicalismo Classista e debate sobre a campanha pela aprovação do Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 12/2026, originado da Medida Provisória nº 1.375/2026, que trata do adicional de fronteira para servidoras e servidores.
27 de outubro (terça-feira)
* 9h: Atividade em frente ao MGI pelo cumprimento integral dos Termos de Acordo nº 10/2024 e nº 11/2024.
* 17h: Painel “Em Defesa do Sindicalismo Classista”, no Auditório Marielle Franco (sede do ANDES-SN), com transmissão ao vivo.
28 de outubro (quarta-feira)
* 9h: Ato em frente ao Anexo da Câmara dos Deputados.
* 14h: Visitas a gabinetes parlamentares.
29 de outubro (quinta-feira)
* 9h: Ato em frente ao Anexo do Senado Federal.
* 14h: Visitas a gabinetes parlamentares.
30 de outubro (sexta-feira)
* 9h: Visitas a gabinetes parlamentares e, em seguida, reunião da CNM para avaliação e encerramento das atividades.
ANDES-SN, Fasubra e Sinasefe são entidades historicamente combativas e autônomas, que não abrem mão da defesa dos direitos da categoria, da educação pública e da democracia, sem se curvar a governos ou interesses eleitorais.
Durante a campanha eleitoral para a presidência do Brasil deste ano, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e o Partido Novo acionaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a chapa de Lula, entidades e dirigentes sindicais. Sob a alegação de irregularidades eleitorais, as ações questionaram a atuação sindical nas universidades públicas e ameaçaram a liberdade de expressão, a autonomia das entidades e o direito de organização e mobilização das categorias.
Na avaliação das entidades sindicais, essas iniciativas representam tentativas de cerceamento da liberdade sindical e remetem às práticas de perseguição e censura da ditadura empresarial-militar (1964–1985).
Participe da transmissão, fortaleça essa luta contra a perseguição e em defesa da liberdade!
Lutar não é crime!
Fonte: Com informações do ANDES-SN
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