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  04/05/2026


Trabalho e saúde: Enquete expõe más condições para docentes na Ufam



 

Foto: Daisy Melo/Ascom ADUA

Docentes da universidade responderam ao levantamento realizado pelo ANDES-SN

 

 

Daisy Melo

 

Sobrecarga de trabalho, pressão por cumprimento de prazos, acúmulo de horas sem remuneração devida e ambiente com condições insuficientes para realização das atividades profissionais. Esse foi o cenário apontado pelas/os docentes da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) participantes da 2ª etapa da enquete nacional do ANDES-SN “Condições de trabalho e saúde das/os docentes que atuam nas Universidades Públicas, Institutos Federais e Cefets”.

 

No total, 95 docentes da Ufam em atividade responderam à pesquisa, entre sindicalizadas/os (90%) e não (10%). Foram entregues 77 formulários completos e 18 parciais. Também participaram da pesquisa oito professoras/es aposentadas/os da universidade, mas as respostas não foram disponibilizadas. Nacionalmente, 5.784 docentes de 144 instituições de ensino participaram do estudo realizado entre 19 de setembro de 2024 e 19 de fevereiro de 2025. O debate sobre os resultados ocorreu nos dias 14 e 15 de junho do ano passado, durante o IX Seminário Nacional de Saúde da/o Trabalhadora/or Docente, em Brasília (DF). O ANDES-SN divulgará em breve um relatório global com análises da enquete.

 

O levantamento expôs um extenso acúmulo de atividades entre a categoria docente da Ufam, evidenciando a sobrecarga de trabalho. Grande parte afirmou que possui uma série de demandas como aulas de graduação (94,8%); reuniões da unidade de ensino (81,8%); participação em bancas de Trabalhos de Conclusão de Curso/TCC (80,5%); orientação de TCC (75,3%); comissões internas e/ou grupos de trabalho (67,5%); sistematização e organização de atividades de pesquisa (61%); representação em atividades, comissões e conselhos (59,7%), entre outras.

 

 

 

É o que confirma a professora Célia Verginia Maia, do Instituto de Natureza e Cultura (INC), campus da Ufam em Benjamin Constant. “Além das atribuições docentes, temos as administrativas referentes à coordenação, comissões do curso, como colegiado, NDE [Núcleo Docente Estruturante], TCC, monitoria, estágio supervisionado, AACC [Atividades Acadêmico Científico Culturais], e as atribuições da instituição, como comitês de extensão e de iniciação de pesquisa, às vezes sendo realizadas reuniões todas as semanas”.

 

A alta carga de atividades administrativas cumpridas pelas/os docentes é também uma realidade no Instituto de Saúde e Biotecnologia (IBS), campus da Ufam em Coari. “Nós temos que nos desdobrar. Há um volume de trabalho grande relacionado aos aspectos administrativos, de gestão e participação em inúmeras comissões, entre outras representações em conselhos e colegiados. É uma carga de trabalho que mina o tempo para planejamento e preparação de aulas, para o desenvolvimento de um trabalho voltado para a função social da universidade, que é promover o saber, o conhecimento, e contribuir para a compreensão mais ampla da realidade em que estamos”, comenta o professor do ISB, Charles Falcão.

 

Quando o tema foi o ambiente de trabalho, a Ufam também foi mal avaliada pelas/os docentes. A pesquisa mostrou que 68,9% afirmaram que a universidade não possui condições satisfatórias para realização das atividades profissionais, tendo 46,8% respondido como “insatisfatória” e 22,1% como “muito insatisfatória”. As/os docentes revelaram que “sempre” (16,9%), “frequentemente” (33,8%) e “algumas vezes” (26%) assumem funções não específicas do trabalho docente como administrativas, burocráticas e de limpeza, em virtude da defasagem de servidoras/es.

 

 

 

O número insuficiente de docentes e Técnico-administrativos em Educação (TAEs) no quadro da universidade é um dos motivos do acúmulo de trabalho docentes, avalia Charles. “Alguns de nós estão mais sobrecarregados pela falta de professores. Por exemplo, são cinco docentes da área de Nutrição para dar conta de uma quantidade grande de alunos, para uma alta demanda de ensino, pesquisa e extensão e ainda atividades administrativas. Soma-se a isso o fato de que não temos um número de técnicos que possa nos ajudar no trabalho administrativo”.

 

A sobrecarga de trabalho ocasionada pelo quadro reduzido de docentes também é um problema enfrentado no INC. “No instituto o desempenho de outras funções geralmente ocorre quando faltam docentes e, para não prejudicar os estudantes, quem está ministrando aula assume as disciplinas, se sobrecarregando com as atividades de ensino”, relata Célia. Por isso, na opinião da professora, é preciso que as/os docentes licenciadas/os para tratamento médico retornem ao instituto ou suas vagas sejam devolvidas.

 

Para Charles, essa conjuntura de sobrecarga de trabalho, associada à falta de uma infraestrutura na cidade, colabora para a alta rotatividade de docentes. “Há sempre um déficit grande de professores. Ao longo de 20 anos, mais de 100 docentes passaram pelo instituto. Nem todos vão embora por adoecimento, mas contribui para isso a carga horária elevada e o fato de que muitos colegas vêm de outras realidades e não encontram aqui uma estrutura adequada de lazer, saúde e educação para os filhos”.

 

Por todos esses motivos, o aumento no número de servidoras/es e a melhoria da infraestrutura da universidade devem ser buscadas para garantir condições de trabalho e de saúde da categoria, na opinião do docente do ISB. “Nós temos atuado no instituto sempre em defasagem. As condições adequadas envolvem estrutura física, equipamentos e materiais, e um corpo de profissionais, docentes e técnicos, condizente com as nossas necessidades, além de condições de permanência e estabilidade para esses profissionais”.

 

 

Impactos na saúde

 

Quando se fala em sobrecarga de trabalho docente é preciso considerar não apenas a quantidade de tarefas, mas também o conteúdo dessas atividades e as formas de avaliação dessas/es trabalhadoras/es, principalmente as metas de produção que geram mais exigências. É o que afirma a psicóloga e professora da Faculdade de Psicologia (Fapsi) da Ufam, Ana Cláudia Vasconcelos. Ela ressalta que, além de ensino, pesquisa e extensão, o trabalho de professoras/es em universidades públicas envolve tarefas administrativas e cargos de gerenciamento que exigem níveis de formação e diferentes habilidades.

 

“A complexidade da atividade, as pressões por produtividade e as formas de avaliação individualizadas implicam a realização de tarefas fora do horário podendo permear todos os espaços e momentos da vida do professor.  Além disso, muitas vezes os trabalhadores sofrem por não conseguir dar conta das atividades”, explica Ana Cláudia. A sobrecarga produz ainda, conforme a psicóloga, situações de trabalho em que a/o docente tem menos tempo para ser criativa/o e fazer uso da autonomia universitária para cooperar com as/os colegas e criar melhores formas de trabalhar. “Não ter tempo para planejar o trabalho acaba por alimentar a lógica produtivista, fragilizando o coletivo e implicando isolamento, individualismo e, consequentemente, ainda mais sobrecarga”.

 

O resultado da enquete do ANDES-SN revelou ainda que o acúmulo de funções na categoria acaba por gerar sentimentos negativos. Das/os docentes da Ufam consultadas/os, 81,8% afirmaram que se sentem sobrecarregadas/os no trabalho e 42,9% afirmaram que “frequentemente” e 35,1% “sempre” sentem pressão por prazos. Para dar conta desse excesso de demandas, 76,6% afirmaram que acabam por ultrapassar a carga horária, atuando nos fins de semana e feriados. Muitas/os (44,2%) informaram que chegam a trabalhar de 8 a 12 horas diariamente. A falta de condições de trabalho gera um impacto na saúde da/o trabalhadora/or. “Isso provocará frustração que, consequentemente, levará à insatisfação no ambiente de trabalho e a sentimentos de inutilidade e baixa autoestima, impactando na saúde mental”, explicou a médica psiquiatra, Laísa Duarte.

 

 

A sobrecarga de trabalho, segundo Ana Cláudia, pode provocar o medo de ser incompetente, culpa, ressentimento e/ou frustração e ainda causar ansiedade, esgotamento físico e mental, podendo o agravamento desse sofrimento levar ao adoecimento. Entre os efeitos dessa tensão constante vivenciada pelas/os docentes, Laísa Duarte, cita ainda como consequência o burnout, a irritabilidade e as alterações nos padrões alimentar e de sono. “Isso também pode afetar a relação com os colegas de trabalho e levar à frustração quanto a realização profissional”.

 

Sobre o enfrentamento desse quadro de adoecimento, Ana Cláudia ressalta que não há fórmulas gerais e que as estratégias de enfrentamento não podem ser apenas individuais. Os contextos social, econômico, político e cultural devem ser considerados, ressalta a psicóloga. “Se fatores vinculados à sobrecarga de trabalho e à precariedade das condições de trabalho têm produzido danos físicos e psicológicos à saúde dos trabalhadores, o enfrentamento também precisa ocorrer a partir de mudanças nas situações de trabalho: condições e organização”.

 

 

 

Prevenção

 

Outro dado alarmante exposto pela enquete, que impacta diretamente a saúde docente, foi o de que quase metade (41,6%) das/os professoras/es da Ufam não reserva tempo livre para ócio ou lazer por semana. Segundo o estudo, 68,9% responderam que trabalham “sempre” ou “frequentemente” nos fins de semana e 62,4% nos feriados. Algumas/ns (33,8%) afirmaram que “raramente” conseguem separar a vida pessoal da profissional.

 

O equilíbrio entre trabalho e outras áreas da vida (lazer, amizades, descanso, espiritualidade etc.) é um fator de prevenção ao adoecimento mental, afirma Ana Cláudia. “Quando o trabalho não é a única fonte de prazer e sentido na vida, a pessoa tem maior resistência para enfrentar o sofrimento e lidar com os problemas sem buscar na carreira um retorno afetivo (...) é o equilíbrio que potencializará as vivências de prazer, fortalecerá a identidade e fornecerá reportório para lidar com as mais variadas situações”, afirma a psicóloga.

 

Tecnologia

 

Cada vez mais, o trabalho no mundo está atrelado ao uso de tecnologias. Na pesquisa, 45,4% das/os docentes da Ufam afirmaram que “raramente” ou “nunca” estão desconectadas/os. Além disso, 66,7% disseram que “mais de 10 vezes ao dia” ou “mais de 20 vezes ao dia” resolvem assuntos do trabalho por aplicativos de mensagem, e 84% responderam que “sempre” e “frequentemente” usam o e-mail para resolver questões do trabalho fora do expediente. Os dados mostram que a hiperconectividade a plataformas digitais maximizou as horas trabalhadas, uma vez que as tecnologias permitem trabalhar a todo momento e de qualquer lugar.

 

A carga horária excessiva, associada à hiperconectividade, à ausência de lazer e à pressão por resultados e cumprimento de prazos é um cenário propício para um quadro de adoecimento, alerta Laísa Duarte. “A tensão constante aumenta o nível de ansiedade, que somado ao uso constante de telas, influencia a qualidade do sono, tornando o indivíduo irritado, e impactando suas relações interpessoais, ocasionando a predisposição a transtornos de ansiedade e humor. Não ter um lazer, uma válvula de escape, piora ainda mais a saúde”, explica.

 

Impactos

 

Quando o tema foi sobre avaliação pessoal da saúde, 50,7% das/os professoras/es da Ufam responderam que, no último ano, a saúde delas/es “piorou”. Algumas/ns informaram possuir transtornos de humor, como depressão e bipolaridade (17,2%), transtornos de ansiedade, como síndromes do pânico e fobia social (15,7%), além de enxaqueca (14,9%) e síndrome de burnout (6,7%). Essas informações expõem um quadro de adoecimento da categoria com registro de uma série de transtornos, síndromes e doenças.

 

Para a professora Célia Maia, os problemas de saúde docente têm relação com a soma de atividades e a ausência de um ambiente favorável ao desenvolvimento das atividades. “Esse acúmulo não nos permite tempo para cuidar da saúde. A maioria dos docentes é ‘obrigada’ a usar as férias para realizar consultas e exames médicos. Isso acontece porque não há em Benjamin Constant médicos especialistas, somente atendimento com clínico geral”. 

 

 

 

No ISB, por exemplo, há atualmente quatro docentes de licença devido a problemas de saúde, conforme informações dos Recursos Humanos. No total, 22 docentes foram removidos do instituto por questões de saúde desde a criação da instituição, de acordo com a Coordenação Acadêmica. Os dados foram repassados por Charles Falcão. “Foram colegas que precisaram sair do município devido à inexistência de um serviço que eles estavam precisando. Acredito que isso é resultado de uma soma de fatores, mas tem relação com a questão da carga horária elevada”.

 

Nesse cenário de sobrecarga e precarização das condições de trabalho, a prevalência de riscos psicossociais parece estar produzindo danos psicológicos à categoria, segundo Ana Cláudia. “É preciso compreender que o sofrimento intensificado mobiliza o que chamamos de ‘estratégias defensivas e de enfrentamento’, que podem ser individuais ou coletivas. O adoecimento se manifesta justamente quando essas estratégias são insuficientes para lidar com a situação no trabalho”, afirma.

 

Na contramão, a Ufam não oferece o apoio necessário às/aos servidoras/es. Das pessoas consultadas, 48% avaliaram estar “insatisfeitas/os” ou “muito insatisfeitas/os” com o suporte oferecido pela instituição em relação à promoção e prevenção da saúde. A maioria (60,3%) também afirmou que não existe na universidade iniciativas quanto à promoção e/ou prevenção em saúde docente. A psicóloga adverte que o resultado da pesquisa precisa ser tratado com seriedade pela instituição, uma vez que revela se tratar de um problema estrutural da organização do trabalho. “Nesse sentido, a ênfase deveria recair na produção coletiva de uma política de prevenção e promoção da saúde que inclua novas pactuações sobre os modos de gerir o trabalho e a vida”.

 

Sobre a oferta de serviços de saúde por parte da universidade às/aos docentes, os campi do interior do estado estão em desvantagem. “A Ufam não oferece nenhum atendimento médico para os servidores do INC”, afirma Célia. No campus de Coari, a situação é similar. “Dentro da universidade, no instituto, não há uma estrutura para esse tipo de auxílio. Não há qualquer atendimento no ISB aos docentes adoecidos”, afirmou Charles.

 

Para a professora do INC, entre as medidas que podem ser tomadas neste âmbito estão a retomada do atendimento periódico, que, segundo ela, há muito tempo não é realizado no campus. “Não há SIASS [Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Federal]. Não podemos fazer perícia pela falta desse atendimento”. Outra sugestão da docente é a organização de mutirões periódicos. “Poderia ser feito um projeto com o HUGV [Hospital Universitário Getúlio Vargas] para a realização de mutirões de consultas com médicos especialistas”.

 

MULHERES ACUMULAM MAIS ATIVIDADES E TRABALHAM MAIS HORAS 

 

Por meio de uma avaliação da pesquisa por gênero, identificou-se que as mulheres estão mais sobrecarregadas. Os dados gerais mostram que a maioria das/os professoras/es da Ufam (46,8%) se dedica, em média, de três a quatro horas por dia ao trabalho não remunerado, doméstico e de cuidados. Pelo recorte, percebe-se que foram as mulheres que mais contribuíram para esse índice, uma vez que 14 delas responderam “quatro horas” contra apenas seis homens.

 

“O trabalho das professoras se soma à realização do trabalho reprodutivo, de cuidados dentro de suas casas, sendo o trabalho doméstico o com maior desvalorização e invisibilidade. Cuidar de crianças e pais idosos e manter a limpeza da casa são atividades ininterruptas e não remuneradas predominantemente realizadas por mulheres, e é preciso reconhecer que são adoecedoras e essenciais para o capitalismo”, comenta a professora do ICSEZ e 1ª secretária da ADUA, Valmiene Florindo.

 

As professoras também têm se dedicado mais ao trabalho profissional. Considerando as respostas, identificou-se que a maioria das professoras trabalha 10 horas diariamente, duas horas a mais que os homens. Das 38 docentes que responderam à pesquisa, 37 afirmaram trabalhar “sempre”, “frequentemente” e “algumas vezes” no fim de semana e 21 responderam atuar “frequentemente” aos feriados. “É, portanto, necessário destacar que o papel de gênero deve ser considerado um elemento central para compreender as desigualdades no trabalho e a maior exposição das mulheres aos riscos de adoecimento no ambiente acadêmico, pois isso é violento com as docentes”, afirma Valmiene.

 

 

 

Gênero e violências

 

Quando o tema é o enfrentamento de situações como assédio, etarismo e violência política, as mulheres também despontam como principal alvo. A pesquisa revela que elas são as que mais sofrem assédio moral. No total, 20 mulheres afirmaram enfrentar esse problema “sempre”, “muitas vezes” e “às vezes”, contra oito homens que responderam das mesmas formas. Das 34 respostas registradas de mulheres, 26 afirmaram sofrer machismo “sempre”, “muitas vezes” ou “às vezes”. As professoras também são as que mais sofrem violência política. No total, 16 afirmaram que enfrentam esse problema “sempre”, “muitas vezes” ou “às vezes”, contra 13 homens.

 

“Nós docentes mulheres temos um sobrecarga maior devido a soma ao trabalho em casa, mas uma situação que também adoece as mulheres aqui no INC são os assédios. Somos assediadas pelos homens, que, em algumas situações, não permitem que as docentes falem, interrompendo-as, principalmente, quando estão em sua maioria”, relata Célia Maia.

 

A pauta do assédio – violência que pode ocasionar adoecimento físico e mental – tem sido acompanhada pela ADUA. No dia 08 de abril deste ano, a Diretoria se reuniu com o corregedor da Ufam, Rafael Menezes, e o ouvidor geral, Raul Spíndola, para tratar sobre o tema. O objetivo da reunião foi a reestruturação das políticas de enfrentamento aos assédios moral e sexual na universidade. A ADUA garantiu o apoio às iniciativas e destacou a atuação histórica da Seção Sindical e do ANDES-SN na prevenção e combate a esses tipos de violência.

 

“Tanto a ADUA quanto o ANDES-SN possuem histórico de luta contra a prática de assédio moral e sexual não apenas nas universidades, mas nas instituições federais de ensino como um todo e em todos os ambientes da sociedade. Continuamente fazemos campanhas educativas, de prevenção. Esse tem sido nosso papel. E nós, com certeza, vamos unir nossas forças com a universidade no combate a esses tipos de violência”, afirmou a presidente da ADUA, Ana Lúcia Gomes. Na ocasião, a docente entregou ao corregedor os materiais do ANDES-SN sobre a temática: a cartilha “Combatendo os assédios moral, sexual e outras violências” e o “Protocolo de combate, prevenção, enfrentamento e apuração de assédio moral e sexual, racismo, LGBT-fobia e qualquer discriminação e violência”, afirmou.

 



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